Política e Sustentabilidade sob um ângulo crítico
Domingo, 29 de Junho de 2008
China: um mundo a ser descoberto

A revista Mundo Jovem deste mês traz uma interessante reportagem sobre a China. Ela entrevistou o professor Paulo Fagundes Vizentini, da UFRGS,  a respeito deste fabuloso país asiático. Em pleno ano de olimpíadas, a China se prepara para "se mostrar" ao mundo, procurando mudar um pouco a imagem com que é vista.

 

 

Sob o título "A China não é o que estão dizendo", o professor faz boas considerações e traz informações sobre este país.

Fica a dica de leitura...CLIQUE AQUI e acesse a reportagem na íntegra.

 

A única ressalva que poderia fazer é o fato dele explorar pouco a questão ambiental...Penso que caberia um ótimo debate...A única passagem onde ele aborda o assunto é a seguinte:

 

"Sob o ponto de vista ecológico, isso está colocando o mundo numa situação complicada. Mas aí vem o cinismo, porque parece que a culpa é da China. Os que mais poluem dizem assim: “Vocês não vão poder ter carro, porque senão o mundo não vai agüentar”. Eles tinham que dizer: “Então vamos discutir isto coletivamente. Por que vocês podem ter e os outros não?”

 

Fica este trecho como aperitivo para a leitura....Abraços e bom ínicio de semana!

 



publicado por fabiodeboni às 23:29
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Sexta-feira, 27 de Junho de 2008
Quem é dono da Amazônia?

Foi publicado pelo IMAZON um importante estudo intitulado "Quem é dono da Amazônia?", que analisa a situação fundiária da região e traz impactantes revelações.

CLIQUE AQUI para saber mais sobre o estudo e baixar o documento.

 

 

Uma das conclusões do estudo é que nada menos que 14% da Amazônia é "terra de ninguém".

 



publicado por fabiodeboni às 11:25
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Quinta-feira, 26 de Junho de 2008
Velha tática e a mesma luta

Passou ontem no Jornal Nacional uma reportagem sobre um grupo de estudantes da Universidad de Berkeley (Califórnia) que estão há dias no topo de uma árvore protestando contra uma obra que vai acarretar a derrubada de alguns carvalhos centenários.

CLIQUE AQUI para acessar a reportagem.

No Brasil iniciativa parecida é historicamente conhecida, marcando o início da luta ambientalista no país. Foi no início dos anos 70 no Rio Grande do Sul quando um grupo de ativistas, dentre eles José Lutzenberger, Augusto Carneiro e outros, subiram em árvores de um local de Porto Alegre para protestar contra a construção de uma avenida que causaria a derrubada das árvores..

 

São exemplos como estes que deixam cidadãos comuns perplexos com os "exóticos" ambientalistas, e ambientalistas como nós cheios que energia para continuar nossa luta, desta e de tantas outras formas.

 

 



publicado por fabiodeboni às 12:24
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Segunda-feira, 23 de Junho de 2008
Minc sabatinado pela Folha de SP

O Ministro Carlos Minc foi o entrevistado de hoje pela Folha de SP, na sua série de "sabatinas" a personalidades e políticos.

 

 

CLIQUE AQUI e saiba como foi a entrevista. 



publicado por fabiodeboni às 10:53
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Sexta-feira, 20 de Junho de 2008
Livro - Rede de Fundos Socioambientais

Foi lançado este mês o livro "Fontes de Recursos Financeiros para a Gestão Ambiental Pública: cenários e estratégias de captação para o financiamento de fundos socioambientais", editado pela Rede de Fundos Socioambientais. CLIQUE AQUI para acessar o livro.

 

 

A rede de Fundos Socioambientais foi criada em 2005, a partir de um diagnóstico do Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) que identificou, na época, que a maioria dos fundos socioambientais encontrava-se parado. CLIQUE AQUI e saiba mais sobre a rede.

No link "Parorama dos Fundos" é possível conhecer a situação dos diversos fundos existentes.

Boa leitura e bom fim de semana!



publicado por fabiodeboni às 12:13
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Quinta-feira, 19 de Junho de 2008
Degelo recorde do Ártico

Notícia veiculada nesta 5a feira no Estado de SP mostra que o degelo no Ártico está num ritmo mais acelerado do que se imaginava. A previsão é que a região fique totalmente sem gelo daqui a 5 ou 10 anos, durante o verão...Há pouco tempo atrás a previsão era para 20 ou 30 anos....

 

 

CLIQUE AQUI para acessar a reportagem.

Em julho haverá uma reunião do G8 para tratar do aquecimento global....Sem muitas expectativas de grandes decisões e medidas que venham enfrentar as reais causas do problema....De qualquer forma, estaremos ligados...

 



publicado por fabiodeboni às 11:57
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Quarta-feira, 18 de Junho de 2008
Dá-lhe foguinho....

É só começar a seca que se inicia a temporada do foguinho e das grandes queimadas. Pelo menos é esta a realidade na maior parte do país...

Aqui no Cerrado a coisa fica feia - muitos incêndios e muita fumaça no ar, além da tradicional poeira.

Uma prática muito comum é a do "foguinho". As pessoas adoram queimar folhas, material seco e até mesmo lixo. É foguinho daqui e foguinho de lá, e o resultado é mais fumaça e fuligem no ar...E vá conversar com estas pessoas pra ver no que dá! Não que isso represente uma derrota ou recusa a prosseguir nesta luta, apenas uma constatação...

 

 

Pra quem ainda não conhece, a Embrapa dispõe de uma unidade chamada "Monitoramento por Satélite" e possui um serviço de monitoramento de queimadas. Além de interessante, é gratuito e pode servir como uma importante ferramenta pedagógica em atividades de Educação Ambiental.

CLIQUE AQUI para acessar o sistema deles...

 

Só por curiosidade, gerei um mapa com as queimadas de junho a agosto do ano passado...É bem provável que este ano tenhamos algo parecido com isto, se não pior...

 

 



publicado por fabiodeboni às 14:15
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Terça-feira, 17 de Junho de 2008
38% de Rondônia já desmatado

Muito interessante e preocupante o Relatório divulgado pelo GTA, sobre a evolução do desmatamento em Rondônia. O estudo intitulado "O fim da floresta?" reune uma série de dados e informações que mostram o quanto o estado já foi devastado, as causas e a situação que se encontram as Unidades de Conservação.

Uma das conclusões apontada pelo Relatório é que 38% da área de Rondônia já foi desmatada e o ritmo atual é alucinante.

A imagem a seguir ilustra esta conversa...

 

 O que se vê em roxo são as áreas já desmatadas, que seguem os padrões de desmatamento da região Amazônica - ao longo do traçado das rodovias...

 

CLIQUE AQUI para acessar o Relatório na íntegra...

 

Se há algo ainda a ser feito? Como um otimista-realista que sou, penso que sim, ainda que considere que as coisas não vão nada bem. Vale lembrar que o atual governador de Rondônia tem em seu currículo inúmeras acusações e processos...Uma busca no google permite encontrar muitos fatos interessantes...

 

CLIQUE AQUI para conhecer um breve retrospecto da vida do atual governador de Rondônia. Uma pequena atualização, Ivo Cassol está atualmente sem partido.

 

Ivo Cassol é, no mínimo, um político polêmico. É autor de frases como: “É mais importante a sua sobrevivência e a da sua família ou a dos peixes?”, em meio aos debates sobre a construção de hidrelétricas no Rio Madeira...

Enquanto isso, o estado que governa vai liderando o ranking relativo de desmatamento na Amazônia, segundo gráfico divulgado pelo Relatório:

 

Quem deve estar comemorando o resultado é o governador do Mato Grosso, Blairo Magi....

 

 

 



publicado por fabiodeboni às 16:34
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Segunda-feira, 16 de Junho de 2008
No anexo dos partidos

 A despeito da atual incorporação parcial do discurso "verde" é possível afirmar que todos os partidos políticos brasileiros relegam a questão ambiental a segundo plano...Alguns partidos em suas recentes propagandas ensaiaram algumas palavras "ecologicamente corretas" em discursos marqueteiros, mas nada além disso.

Vale olhar ao redor e ver quem desponta atualmente como uma espécie de "Al Gore" verde-amarelo. Nada menos do que o ex-presidente Collor - surgindo como o grande ambientalista do meio político....Sem comentários...

 

 

Alguns poderiam perguntar: mas e o PV?

Pra mim, o PV sempre foi um partido de aluguel....Talvez na sua fundação aqui no Brasil o foco fosse outro, mas de lá pra cá sua atuação política na área ambiental tem sido muito questionável. Basta olhar a movimentação do PV - apóia desde o DEM e o PSDB (vide em SP e no DF) até o PT (vide governo federal).

Não se trata aqui de menosprezar personalidades políticas dos partidos, mas sim de perceber a organização “partido político” e não este ou aquele político. Neste caso, todos os partidos em atividade no país passam longe de apresentarem um Programa interessante para o campo ambiental. Alguns até tentam formulações mais ousadas, como o Programa do PT do 1º e do 2º mandatos do Lula, mas além das diversas contradições existentes entre este programa e o das outras áreas, há fragilidades evidentes na sua gestão.

Dois exemplos podem me ajudar a ilustrar esta conversa. O primeiro deles - circula pelas redes, coletivos e movimentos ambientalistas da Bahia um manifesto endereçado ao governador Jaques Wagner (PT) apontando diversas contradições na atual política ambiental e apresentando propostas de correção de rumo...Penso que não se trata de sentir saudades da era "ACM", mas a mobilização aponta que há muito por fazer na política ambiental local.

O segundo exemplo remete às contradições da política ambiental do Governo Lula. Nos dois mandatos tem-se um conjunto de situações que evidenciam as muitas contradições entre as forças que compõem o governo. De um lado, seu núcleo duro tratorando rumo ao PAC, pautados pela lógica "é preciso crescer para dividir o bolo". Este bloco, é verdade, tem mais pitadas sociais do que o governo FHC. Do outro lado estão alguns ministérios que tentam implementar políticas socioambientais - MMA, MDA...e quem mais?

 

Alguns críticos entendem que é preciso sair do governo para seguir sendo coerente com uma proposta mais emancipatória de transformação socioambiental. Outros fazem uma leitura mais conjuntural, percebendo oportunidades no quadro atual, apesar dos pesares, e defendendo que se encontre as brechas possíveis para imprimir as mudanças almejadas.

 

O fato é que há pouco espaço nos partidos para o debate socioambiental - dispõem de poucos quadros qualificados para tal; são refratários às propostas do movimento ambientalista; e seguem mais preocupadas em manter-se no jogo político partidário vigente. Reforma política? Quiçá um remendo.... 

 

E qual a solução? Luta armada? Revolução?

Sem querer jogar água no chopp de ninguém, não creio que estas possibilidades sejam reais na atualidade. A consciência ecológica do povo brasileiro vem crescendo, mas pautada pela mídia e pelo atual sistema político e econômico...Tem um desenho do Quino que ilustra um pouco desta contradição...Fecho o texto com ele...

 

 (OBS: no desenho, está escrito nos cartazes das pessoas: "Abaixo a sociedade do consumo")



publicado por fabiodeboni às 17:22
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Domingo, 15 de Junho de 2008
Carne e Soja amazônicas...

Matéria publicada na Folha de SP deste domingo traz dados recentes divulgados pelo IBGE...Para muitos, novidade, para outros choveu no molhado...

Reuni aqui na íntegra a reportagem....

 

O difícil é acreditar na conversa de que "não é preciso derrubar mais nenhuma árvore para aumentar a produção agropecuária"...Em tese está correto, mas na prática....

 

São Paulo, domingo, 15 de junho de 2008
 
 
 
40% de carne e soja vêm da Amazônia Legal

Dados oficiais mostram que agronegócio avança sobre floresta; 73% das 74 milhões de cabeças de gado da região estão na mata

Governo e empresários rejeitam recuar a produção; ambientalistas classificam o agronegócio como principal causa de devastação local

MARTA SALOMON
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Com pouco mais de 5 milhões de quilômetros quadrados, dos quais 83% são dominados por floresta, a Amazônia Legal já responde por quase 40% da produção de carne e soja do país. Os dados são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Comparados aos números gigantes da produção, são "simbólicos" os primeiros resultados da ação do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) contra o agronegócio associado ao desmatamento da Amazônia -região que concentra 36% da pecuária e 39% da cultura de soja nacionais.
Na investida contra o "boi pirata", o instituto acaba de apreender 3.500 cabeças de gado em propriedades embargadas por desmatamento ilegal. Os fiscais já haviam apreendido 4.300 toneladas de grãos em áreas igualmente embargadas.

Floresta
Embora a fatia de cerrado da Amazônia Legal (16% da área) se mostre altamente produtiva ao agronegócio, os dados oficiais mostram que a atividade ocupa amplas áreas do que já foi floresta um dia.
O avanço sobre a floresta se mostra mais contundente no caso da pecuária: 73% das 74 milhões de cabeças de gado da região são criadas no bioma Amazônia, jargão que designa a floresta. Esse avanço é mais expressivo em Mato Grosso, Rondônia e Pará, que lideram o ranking do desmatamento.
O agronegócio é apontado por ambientalistas como principal causa da devastação da Amazônia, algo contestado por ruralistas e setores do governo. Acompanhando o aumento dos preços de commodities como soja e carne, as motosserras se aceleraram desde 2007, depois de três anos de queda no ritmo do abate de árvores.
Neste ano, o desmatamento deve superar 12 mil quilômetros quadrados, o equivalente a oito vezes a cidade de São Paulo. O ritmo acelerado das motosserras, captado por imagens de satélites do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), ainda não aparece nos dados colhidos pelo IBGE.

Sem recuo
O recuo do agronegócio na Amazônia Legal é uma hipótese descartada pelo governo e por representantes dos produtores ouvidos pela Folha. "A tendência é um aumento da produção em áreas de floresta já abertas", resume Rodrigo Justos de Britto, assessor técnico da CNA (Confederação Nacional de Agricultura), em coro com o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes.
"Não é preciso derrubar uma árvore para aumentar a produção", argumenta Carlos Rodenburg, em uma espécie de mantra repetido em público pelos produtores. Rodenburg preside a Agropecuária Santa Bárbara e está à frente do maior rebanho bovino da Amazônia, em sociedade com o banqueiro Daniel Dantas.
Pouco mais de dois anos depois de se instalar na região, a Santa Bárbara já cria meio milhão de cabeças de gado no sul do Pará e no norte de Mato Grosso, na região que concentra ações de combate ao desmatamento.
As pastagens já ocupam 700 mil quilômetros quadrados, ou 13,5% da Amazônia Legal. Nessa área, foram produzidas 2,7 milhões de toneladas de carne em 2006, o equivalente a 36% da produção nacional.
Dados organizados pela ONG Amigos da Terra em estudo ainda inédito sobre a atividade econômica na Amazônia mostram um peso ainda maior da produção local de soja (39%) e algodão (47%). A Amazônia Legal produziu, em 2005, 20,1 milhões de toneladas de soja, ou quase 10% da produção mundial. Segundo a CNA, mais de 98% dos 66 mil quilômetros quadrados de plantações de soja dessa safra da Amazônia Legal foi plantada e colhida em áreas de cerrado.
A participação na produção nacional de soja, carne e algodão da Amazônia já supera o percentual da produção local de madeira.

Álcool
Ainda de acordo com dados compilados pela ONG Amigos da Terra, com base em informações da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), a Amazônia Legal produziu, em 2006, aproximadamente 1 milhão de litros de álcool, ou 6% dos 16 milhões de litros produzidos no país. Os números, mais uma vez, contrariam o discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que a produção de álcool se mantém distante da floresta.
Quando o governo divulgar regras do zoneamento ecológico-econômico, com indicações de onde ficará liberado o cultivo de cana-de-açúcar, encontrará uma atividade em expansão, segundo relatório da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), vinculada ao Ministério da Agricultura. É previsto para o mês que vem o anúncio do zoneamento.

 

 



publicado por fabiodeboni às 20:58
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