Política e Sustentabilidade sob um ângulo crítico
Quarta-feira, 28 de Julho de 2010
Rapidinhas

Reportagem revela mais uma derrota na Comissão Internacional da Baleia na tentativa de banir a caça a este animal. CLIQUE AQUI e saiba mais.

Como já visto, meio ambiente é um tema importante até a página dois. Ou seja, quando ele colide com interesses econômicos, deixa de ser um assunto prioritário.

 

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Invenção caseira aponta alternativas ecológicas às sacolas de plástico. CLIQUE AQUI e saiba mais sobre a nova sacola feita de milho.

 

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Comemorando o dia internacional da conservação da natureza, entidades ambientalistas portuguesas criticaram a política ambiental do atual governo. Como se vê, o embate entre movimento ambientalista e governo não fica restrito somente ao Brasil. CLIQUE AQUI e leia.

 

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Reportagem revela problema crônico da capital federal - as invasões em áreas protegidas. Esta, é vizinha ao nobre bairro "Noroeste", vendido a preço de ouro como sendo a última área da região tombada de Brasília. CLIQUE AQUI e saiba mais.



publicado por fabiodeboni às 20:11
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Prejuízo bilionário

Reportagem da Folha de hoje revela o prejuízo bilionário da BP após o vazamento no Golfo do México.

 

São Paulo, quarta-feira, 28 de julho de 2010
 
  BP tem perda recorde e troca comando

Petrolífera anuncia prejuízo de US$ 17 bi após separar US$ 32 bi para custear limpeza do golfo e indenizações

Bob Dudley, americano que assumirá como CEO da empresa, diz que o vazamento de petróleo foi "chamado de alerta"

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

A BP reportou um prejuízo recorde de US$ 17 bilhões no segundo trimestre deste ano, em decorrência do vazamento de petróleo no golfo do México. A tragédia forçou a empresa a separar US$ 32,2 bilhões (R$ 56,8 milhões) a serem usados para os custos de limpeza e as indenizações dos afetados.
Sob pressão, a petrolífera também trocou seu desgastado CEO (executivo-chefe), Tony Hayward, pelo americano Bob Dudley -o primeiro não britânico a conduzir a empresa.
Dudley assume em outubro, com a promessa de fazer a empresa emergir "menor financeiramente" e mais "esperta" após o "chamado de alerta" que foi o vazamento. "Vamos compartilhar nosso aprendizado [no episódio], o que com certeza mudará a indústria de gás e petróleo ao redor do globo."
Para lidar com os custos do episódio, a BP deve vender até US$ 30 bilhões em ativos nos próximos 18 meses.
Mas seu presidente, Carl-Henric Svanberg, garantiu que a empresa ainda está em "grande forma", com bom fluxo de caixa, apesar das perdas -que estão entre as maiores da história corporativa britânica. Segundo a BBC, excluindo-se os custos do vazamento, a petrolífera teria lucrado US$ 5 bilhões.
A explosão de 20 de abril no poço Macondo, explorado pela BP, causou a morte de 11 pessoas e o maior vazamento da história dos EUA, afetando 1.345 km de costa dos Estados da Flórida, Louisiana, Mississippi e Alabama. Os esforços para fechar o poço em definitivo prosseguem.



publicado por fabiodeboni às 10:55
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Terça-feira, 27 de Julho de 2010
Rapidinhas

Os dados recentes divulgados pelo INPE revelaram tendência de queda nos índices de desmatamento. O IMAZON, por sua vez, divulgou que em junho houve aumento de 15% no desmatamento, contrariando estas projeções. CLIQUE AQUI e saiba mais.

 

Enquanto os BASICs seguem na linha de criticas os países ricos pela falta de compromissos mais ousados para o combate às mudanças climáticas, continuam, no entanto, sem conseguir construir uma proposta mais concreta para atuarem em bloco. CLIQUE AQUI e veja.

 

Democratas jogam a toalha e deixam de lado a proposta de lei de energias renováveis e mudanças climáticas. Nem o desastre da BP conseguiu emplacar a lei. CLIQUE AQUI e leia.

 

Segue o temor de que a aprovação do Relatório de Aldo Rebelo contribua para elevar o desmatamento na Amazônia. CLIQUE AQUI e saiba mais. O Relatório só deverá ser votado no plenário da Câmara após as eleições, para então seguir para o Senado e finalmente para sanção presidencial.



publicado por fabiodeboni às 18:25
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Eleições e a questão ambiental

Xico Graziano, ex-secretário de meio ambiente do estado de SP (e ruralista de carteirinha) ataca a fragilidade ambiental de Dilma. De fato, no meio ambientalista muito se debate sobre o estilo "trator" de Dilma e suas brigas com a pasta do meio ambiente para acelerar licenciamentos e novas obras. CLIQUE AQUI e saiba mais sobre esta polêmica.

Por outro lado, O PSDB nunca foi um partido com ideais verdes, apesar de Serra ter, recentemente, embarcado neste discurso. Foi até para a COP-15 tentar sair-se bem na foto...

Como se vê, a questão ambiental começa a ganhar terreno na disputa eleitoral, ainda que ela, por si só, não seja suficiente para ganhar uma eleição. Marina que o diga....



publicado por fabiodeboni às 12:49
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Segunda-feira, 26 de Julho de 2010
Imagens do Vazamento da BP

Vídeo mostra algumas fotos que ajudam a ilustrar o tamanho do vazamento de óleo no Golfo do México.

 



publicado por fabiodeboni às 19:34
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Controvérsias do desenvolvimento

Reportagem da Folha de hoje mostra as controvérsias do chamado "progresso". De um lado, indígenas protestando contra uma nova hidrelétrica que está sendo construída sobre um cemitério indígena; de outro setores interessados na energia a ser gerada pela usina.

 

São Paulo, segunda-feira, 26 de julho de 2010
 
  MATO GROSSO

Contra construção de hidrelétrica, índios fazem ao menos 200 reféns

DE SÃO PAULO E BRASÍLIA - Um grupo de aproximadamente 300 índios de 11 etnias ocupou na manhã de ontem a área em que está sendo construída a usina hidrelétrica de Dardanelos, em Aripuanã (883 km de Cuiabá), e mantinha ao menos 200 funcionários dessa obra como reféns até ontem à noite.
Com os corpos pintados e empunhando arcos e flechas, os índios fecharam a usina às 5h. Segundo a Funai (Fundação Nacional do Índio), não houve feridos na ação.
"A construção está fora da área [dos índios], mas fica sobre um sítio arqueológico que foi cemitério indígena e tem valor inestimável para eles", disse Antônio Carlos Ferreira de Aquino, da Funai.
O líder da etnia rikbaktsa, Jair Tsaidatase, afirmou que vai pedir indenização à empresa, mas não mencionou a quantia. Segundo o indígena, não há previsão de saída do grupo da área da usina.
Os índios cobram a presença de representantes da hidrelétrica, da Funai e do Ministério Público. "Se não negociarmos, vamos colocar fogo em tudo", disse Tsaidatase.
A Folha não conseguiu contatar a Águas de Pedra -responsável pela obra.
A usina está entre as obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e deve ser concluída neste ano. Segundo a empresa, vai gerar gerar 261 megawatts, suficiente para 600 mil habitantes por dia.
O Ministério Público de Mato Grosso já entrou com diversas ações questionando o licenciamento da obra.



publicado por fabiodeboni às 11:11
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Domingo, 25 de Julho de 2010
Basic debatem proposta

Grandes emergentes seguem reunidos no Rio para discutirem as bases de uma proposta a ser levada à COP-16. CLIQUE AQUI e leia.

 

 



publicado por fabiodeboni às 01:27
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Sexta-feira, 23 de Julho de 2010
Três destaques

Pouco se tem falado sobre os impactos ecológicos do vazamento de óleo da BP no Golfo do México. O enfoque tem ficado mais nas inúmeras tentativas da empresa de conter o vazamento. CLIQUE AQUI e saiba mais sobre os impactos já registrados na fauna marinha, pântanos e ambiente marinho.

 

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Na onda da queda do desmatamento e em pleno ano eleitoral (cuja tendência é de aumento nos índices de devastação da floresta), IBAMA anuncia que seguirá firme nas ações de fiscalização. CLIQUE AQUI e leia.

 

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Blitz do ministério do trabalho identificou vários trabalhadores escravos em fazenda em Rondônia. CLIQUE AQUI e veja. Além do círculo vicioso - desmatamento, queimada, pasto, lavoura - nota-se que muitas vezes ele se nutre de trabalho escravo. Dá pra acreditar que, em pleno século XXI, o Brasil ainda apresente situações como esta?



publicado por fabiodeboni às 10:39
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Quinta-feira, 22 de Julho de 2010
Rapidinhas

ONU já estuda medidas para dar uma sobrevida ao Protocolo de Kyoto, em virtude da lentidão das negociações sobre o período pós-2012. CLIQUE AQUI e saiba mais.

 

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Reportagem revela as dificuldades da campanha de Marina face ao isolamento político de uma chapa puro sangue. CLIQUE AQUI e leia.

 

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Iniciativa como esta mostrada em reportagem (CLIQUE AQUI e veja) pode ser ampliada em tempos eleitorais. Trata-se de um compromisso assinado por candidatos ao governo de São Paulo e ao senado, intitulado "Cidades Sustentáveis".

 

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Reportagem revela o lado verde da gigante Google, que vem investindo em energias limpas. CLIQUE AQUI e saiba mais.



publicado por fabiodeboni às 16:29
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Redução no desmatamento

Reportagem publicada na Folha de hoje reforça a tendência já divulgada pela web sobre queda no desmatamento na Amazônia.

 

São Paulo, quinta-feira, 22 de julho de 2010
 
  Dado parcial aponta para redução no desmate

A dois meses da divulgação de dado final, satélite indica queda de 47%

Situação da floresta no Pará ainda é incógnita; nuvens encobriram sistema que vigia território em tempo real


RICARDO MIOTO
DE SÃO PAULO

Dados de satélite sinalizam que o desmatamento na Amazônia pode ter uma redução grande neste ano. Entre agosto de 2009 e maio de 2010, 1.567 km2 foram desmatados -uma redução de 47% em comparação com o período 2008/2009 (2.960 km2).
Esses números do Deter, o sistema de detecção em tempo real do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), porém, não são completos. Têm de ser confirmados pelo Prodes, o sistema mais preciso usado pelos pesquisadores do instituto.
Por não ser em tempo real, porém, o Prodes não aponta com agilidade novos focos de desmatamento para o Ibama. Ainda tem dados de 2010.
O Deter, mesmo sendo ágil, sofre com a cobertura de nuvens (o Prodes fotografa só durante a seca), que varia mês a mês, barrando a visão dos satélites e tornando difícil estabelecer boas tendências de desmatamento. Nos últimos meses, Estados campeões de desmate, como o Pará, estavam encobertos.
Os números acima também não incluem junho e julho, em que tradicionalmente se desmata muito. Além disso, há um limitação de resolução do Deter, que só identifica desmates maiores do que 25 hectares (o Prodes vê áreas de até seis).
Segundo Dalton Valeriano, que coordena os dois programas dentro do Inpe, como a proporção de desmatamentos grandes está diminuindo na Amazônia, é natural que os números do Deter encolham. Afirmar que o país está desmatando menos ainda é mera "especulação", diz.
"Hoje, o desmatamento pequeno representa até 60% do total. É muito mais fácil fiscalizar os grandes."
Em 2009, o Deter apontou cerca de 3 mil km2 de desmatamento na Amazônia. O Prodes encontrou 7.500 km2.



publicado por fabiodeboni às 12:01
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